Metodologia Inclusiva de Ensino – Tecnologia Assistiva

Segundo a OMS, com dados de 2011, 1 bilhão de pessoas vivem com alguma deficiência, o que significa uma em cada sete pessoas no mundo. Com esses dados, é possível pensar na falta de visibilidade, de oportunidade e de mecanismos inclusivos destinados à essas pessoas.

Para países em desenvolvimento, isso representa um obstáculo no planejamento e implementação de políticas públicas acessíveis na vida das pessoas com deficiência. A Cartilha de Tecnologia Assistiva nas Escolas (2008), disponibilizada pelo Instituto de Tecnologia Social, analisa sobre essas estatísticas.

Essas estatísticas nos ajudam a compreender o tamanho do desafio envolvido na construção de uma sociedade inclusiva, que pressupõe o respeito às diferenças, a valorização da diversidade humana e a garantia do acesso universal aos direitos, sem barreiras ou limitações de natureza socioeconômica, cultural ou em razão de alguma deficiência.

Tecnologia Assistiva

Nós já falamos por aqui sobre a Tecnologia Assistiva e seus impactos. Atualmente, o conceito de acessibilidade foi ampliado e associado ao compromisso de melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. Para que a escola e a sociedade sejam inclusivas, elas devem atender às seis dimensões de acessibilidade: Arquitetônica, Comunicacional, Metodológica, Instrumental, Programática e Atitudinal.

Dentro dessas seis dimensões, encontra-se a implementação da tecnologia e da informática. No contexto educacional, esse modelo vai além da disponibilização de computadores às escolas, implica diretamente em mudanças educacionais que rompem com os modelos tradicionais de educação, meramente instrucionais e mecanizadas.

Dessa forma, o uso de softwares especiais de acessibilidade são inseridos no ambiente escolar, com os simuladores de teclado e os de mouse. Todas as opções de comando e movimento do mouse e do podem ser exibidas na tela e selecionadas, de forma direta ou por varredura automática que o programa realiza sobre todas as opções. Para pessoas com deficiência visual, existem os softwares que fazem o computador “falar”. Jogos adaptados, suportes reguláveis, comunicação alternativa e recursos pedagógicos possibilitam que a inclusão nas escolas alcance crianças com deficiência.

Por fim, torna-se necessário dialogar sobre metodologias de ensino inclusivas e formas de execução.

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